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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Mistério: idosa vai a culto religioso e desaparece no DF

Na casa dela, a polícia encontrou um cachorro morto e nenhum sinal de arrombamento


A idosa de 74 anos Maria Telma Farias Figueiredo está desaparecida há uma semana. Ela saiu de casa na última quinta-feira (20) para participar de um culto religioso no Vale do Amanhecer, em Planaltina (DF), e nunca mais foi vista.

Na casa dela, a polícia encontrou um cachorro morto e nenhum sinal de arrombamento. A senhora mora sozinha e a única informação de parentes seria uma filha que vive nos Estados Unidos. As pessoas mais próximas são vizinhos e foram eles que perceberam que a mulher havia desaparecido.



Polícia localiza empresário do DF que estava desaparecido. Ele disse que estava cansado e viajou

Como os amigos não conseguiram mais contato com Maria Telma, nem por telefone, eles resolveram ir até a casa dela. Quando chegaram ao local, tocaram a campainha, bateram no portão e ninguém atendeu. Pouco depois, os vizinhos sentiram um cheiro desagradável e chamaram os bombeiros.

Assim que a corporação chegou e entrou na casa, foi possível ver que um cachorro estava morto e vários outros presos, sem comida e água. A PMDF (Polícia Militar do DF) também foi acionada para investigar o caso, mas não descobriu nenhuma pista, uma vez que nem sinal de arrombamento foi localizado.

Os vizinhos já registraram boletim de ocorrência e foram aos hospitais e até IML (Instituto Médico Legal), mas até agora não tiveram nenhuma resposta.

Caso você tenha alguma informação ou saiba do paradeiro da idosa, pode ligar para o disque-denúncia da Polícia Civil, no número 197.

Adolescente desaparece após ser vista pulando muro de casa com homem

Garota, de 17 anos, está sumida há seis dias
Camila Rodrigues Rezende tem 17 anos
A família de uma adolescente de 17 anos está há seis dias sem notícias da garota. A mãe de Camila Rodrigues Rezende está angustiada e disse que a última vez que viu a filha foi no dia 21 deste mês, quando saiu para trabalhar.
Desesperada, Idelizete Rodrigues pediu ajuda nas redes sociais na tentativa de encontrar Camila. Porém, até agora, a única informação que recebeu foi de vizinhos, que afirmaram ter visto a adolescente pulando muro de casa na companhia de homem chamado Willian.
Idelizete afirma que não conhece o suspeito e que amigos da adolescente afirmaram não saber nada sobre ela.
— Espero que ela volte para mim, entendeu? Que ela vem para casa com saúde, viva principalmente. Eu estou aqui de braços abertos esperando por ela.                                            O caso é investigado pela Polícia Civil.
                                                                                                

Juiz indicia mais nove médicos da 'Máfia dos Órgãos' em Poços de Caldas

Penas de quatro médicos foram reduzidas para cinco anos em regime semi-aberto

A Justiça de Poços de Caldas (MG) indiciou na quarta-feira (26) mais nove médicos por envolvimento na chamada "Máfia dos Órgãos". A decisão foi tomada um dia após o TJ-MG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais) manter as condenações no primeiro processo que já foi julgado e que chegou agora a segunda instância.

Dessa vez, os citados estão sendo denunciados por retirada ilegal de órgãos e homicídio qualificado. O juiz Narciso Alvarenga Monteiro de Castro disse ter acatado três novas denúncias do Ministério Público contra esses profissionais que também teriam envolvimento no caso. São duas médicas e sete médicos que poderão ser mandados a júri popular ao final do processo.
Os envolvidos são anestesistas, neurocirurgiões e clínicos gerais. Eles estariam envolvidos na retirada ilegal de órgãos de pacientes como o menino Paulo Pavesi, de 10 anos, que morreu há quase 14 anos. O caso ganhou repercussão internacional e gerou várias ações na Justiça. Neste mês quatro médicos tiveram a prisão decretada, mas um deles fugiu e é considerado foragido.
Penas
Na terça-feira, 25, o TJ-MG manteve aos quatro médicos as condenações relacionadas ao transplante e remoção de órgãos de José Domingos de Carvalho, de 38 anos, que morava em Bandeira do Sul (MG). Mas as penas, que passam de 11 anos de prisão em regime fechado, foram reduzidas em até cinco anos por serem consideradas exageradas.
Nesse processo, eles foram condenados por homicídio doloso, compra e venda de órgãos humanos, violação de cadáver e realização de transplante irregular.